POV LUAN
-Tá bom? -Katherin me perguntou. Estávamos naquela loja a quase uma hora. Eu estava com fome e cansado, além de preocupado com ela.
-Tá.
-Tudo pra você tá bom. Eu só quero um casaco, e já experimentei mil coisas. Não vamos passar mais de dois dias aqui. O quanto antes a gente achar tudo, melhor.
-E se a gente não achar tudo? Ou se a gente achar tudo mas não tiver mais jeito?
-Vai ter um jeito. E se não conseguirmos achar um jeito de você sair dessa... Se a Renata realmente gostar de você, vai te aceitar, vampiro ou não.
-Pode ter certeza de que ela é a última pessoa com quem eu me preocupo quanto a isso.
Ela me olhou por alguns instantes e então se virou, pegou um casaco e mais algumas peças e foi em direção ao caixa.
Àquela altura, o único hotel que achamos foi um de beira de estrada, nos limites da cidade, porém perto do endereço da próxima página do diário. Descobrimos que ali antes funcionava um museu da história da cidade, e que no outro dia seria inaugurado um hotel cinco estrelas, com entrada somente para convidados. Eu como sempre, entrei em pânico, mas a Katherin sempre tinha alguma ideia louca.
-Vamos procurar outro hotel. -ela me disse.
-Porquê?
-Não tem quartos disponíveis aqui.
-Mas já rodamos quase a cidade toda.
-Com licença. -um rapaz se aproximou da gente- Vocês são brasileiros?
-Sim. -respondi.
-Bem, então acho que dou um jeito. Sou gerente daqui.
-Ah, que ótimo! Prazer.
-O prazer é todo meu. -ele sorriu- Temos um quarto. Tem duas camas de solteiro mas vocês podem juntar se quiserem.
-Não! -Kate respondeu- Duas de solteiro está ótimo!
-Então tudo bem. Vou levar vocês lá.
Subimos até o terceiro andar com um elevador velho que rangia a cada centímetro que subia.
-Eu não gosto desse cara. -falei no ouvido de Katherin.
Ele nos deixou na porta do quarto.
-Qualquer coisa é só ligar para a recepção. Ramal um.
Ele virou as costas e desapareceu pelo corredor.
Kate abriu a porta. O aquecedor ainda estava ligado. Além dele havia duas camas, um computador, e ainda uma pequena porta para o banheiro.
Ela entrou e se deitou na cama do lado esquerdo.
-Não é como a de casa mas é melhor do que a poltrona do avião.
Me acomodei na cama do outro lado.
-Quer tomar banho primeiro?
-Não Kate, pode ir.
-Tá. Daqui a cinco minutos. Preciso me adaptar ao fuso-horário.
Fechei os olhos e tentei relaxar um pouco. Acabei adormecendo. Acordei com o barulho de água. Olhei para o lado e vi a cama onde Katherin estava, vazia. Percebi uma luz vindo da porta entre-aberta do banheiro. Minha primeira ação foi desviar o olhar. Ah, qual é, ela achava que eu estava dormindo! Ouvi o chuveiro sendo fechado e percebi quando ela passou, mas não vi muita coisa, a não ser suas pernas. Alguns minutos (e muito barulho) depois, ela abriu a porta. Voltei a fechar os olhos. Não ouvi nada por algum tempo até que ela tropeçou em algo. Fingi que acordei assustado.
-Desculpa! -ela disse rindo.
-Tudo bem. -respondi.
Me estiquei um pouco e me levantei. Peguei algumas coisas de dentro da mala e fui para o banheiro.
A água quente batendo em minhas costas me acalmava. Eu relaxei. Esqueci por alguns minutos quem eu era, a circunstância em que eu estava... Fiquei lá por um bom tempo. Quando saí, Katherin estava no computador.
-Você devia descansar. -eu disse.
-E você devia por uma roupa.
Olhei pra baixo e vi que estava de toalha. Voltei ao banheiro, me vesti e saí.
-A gente tem que dar um jeito de entrar nessa festa.
-Podíamos ir pelos fundos.
-Precisamos de roupas. Parece que nessa festa deve-se ir de branco ou vermelho, para homenagear o país.
-Amanhã faremos isso. Mas agora você precisa dormir.
-Tá. Tudo bem. Amanhã resolvemos.
AÍ VOCÊ DEMORA UM ANO ESCREVENDO E O CAPÍTULO NÃO SAI GRANDE TANTO QUANTO VOCÊ ESPERAVA KKKKKKKKK MAS VOU FAZER O SEGUINTE: ASSIM QUE TIVER 3 COMENTÁRIOS EU POSTO O PRÓXIMO. BEIJOOOOOOOS. :*
-Tá bom? -Katherin me perguntou. Estávamos naquela loja a quase uma hora. Eu estava com fome e cansado, além de preocupado com ela.
-Tá.
-Tudo pra você tá bom. Eu só quero um casaco, e já experimentei mil coisas. Não vamos passar mais de dois dias aqui. O quanto antes a gente achar tudo, melhor.
-E se a gente não achar tudo? Ou se a gente achar tudo mas não tiver mais jeito?
-Vai ter um jeito. E se não conseguirmos achar um jeito de você sair dessa... Se a Renata realmente gostar de você, vai te aceitar, vampiro ou não.
-Pode ter certeza de que ela é a última pessoa com quem eu me preocupo quanto a isso.
Ela me olhou por alguns instantes e então se virou, pegou um casaco e mais algumas peças e foi em direção ao caixa.
Àquela altura, o único hotel que achamos foi um de beira de estrada, nos limites da cidade, porém perto do endereço da próxima página do diário. Descobrimos que ali antes funcionava um museu da história da cidade, e que no outro dia seria inaugurado um hotel cinco estrelas, com entrada somente para convidados. Eu como sempre, entrei em pânico, mas a Katherin sempre tinha alguma ideia louca.
-Vamos procurar outro hotel. -ela me disse.
-Porquê?
-Não tem quartos disponíveis aqui.
-Mas já rodamos quase a cidade toda.
-Com licença. -um rapaz se aproximou da gente- Vocês são brasileiros?
-Sim. -respondi.
-Bem, então acho que dou um jeito. Sou gerente daqui.
-Ah, que ótimo! Prazer.
-O prazer é todo meu. -ele sorriu- Temos um quarto. Tem duas camas de solteiro mas vocês podem juntar se quiserem.
-Não! -Kate respondeu- Duas de solteiro está ótimo!
-Então tudo bem. Vou levar vocês lá.
Subimos até o terceiro andar com um elevador velho que rangia a cada centímetro que subia.
-Eu não gosto desse cara. -falei no ouvido de Katherin.
Ele nos deixou na porta do quarto.
-Qualquer coisa é só ligar para a recepção. Ramal um.
Ele virou as costas e desapareceu pelo corredor.
Kate abriu a porta. O aquecedor ainda estava ligado. Além dele havia duas camas, um computador, e ainda uma pequena porta para o banheiro.
Ela entrou e se deitou na cama do lado esquerdo.
-Não é como a de casa mas é melhor do que a poltrona do avião.
Me acomodei na cama do outro lado.
-Quer tomar banho primeiro?
-Não Kate, pode ir.
-Tá. Daqui a cinco minutos. Preciso me adaptar ao fuso-horário.
Fechei os olhos e tentei relaxar um pouco. Acabei adormecendo. Acordei com o barulho de água. Olhei para o lado e vi a cama onde Katherin estava, vazia. Percebi uma luz vindo da porta entre-aberta do banheiro. Minha primeira ação foi desviar o olhar. Ah, qual é, ela achava que eu estava dormindo! Ouvi o chuveiro sendo fechado e percebi quando ela passou, mas não vi muita coisa, a não ser suas pernas. Alguns minutos (e muito barulho) depois, ela abriu a porta. Voltei a fechar os olhos. Não ouvi nada por algum tempo até que ela tropeçou em algo. Fingi que acordei assustado.
-Desculpa! -ela disse rindo.
-Tudo bem. -respondi.
Me estiquei um pouco e me levantei. Peguei algumas coisas de dentro da mala e fui para o banheiro.
A água quente batendo em minhas costas me acalmava. Eu relaxei. Esqueci por alguns minutos quem eu era, a circunstância em que eu estava... Fiquei lá por um bom tempo. Quando saí, Katherin estava no computador.
-Você devia descansar. -eu disse.
-E você devia por uma roupa.
Olhei pra baixo e vi que estava de toalha. Voltei ao banheiro, me vesti e saí.
-A gente tem que dar um jeito de entrar nessa festa.
-Podíamos ir pelos fundos.
-Precisamos de roupas. Parece que nessa festa deve-se ir de branco ou vermelho, para homenagear o país.
-Amanhã faremos isso. Mas agora você precisa dormir.
-Tá. Tudo bem. Amanhã resolvemos.
AÍ VOCÊ DEMORA UM ANO ESCREVENDO E O CAPÍTULO NÃO SAI GRANDE TANTO QUANTO VOCÊ ESPERAVA KKKKKKKKK MAS VOU FAZER O SEGUINTE: ASSIM QUE TIVER 3 COMENTÁRIOS EU POSTO O PRÓXIMO. BEIJOOOOOOOS. :*
Quero maaaaaaais *______* postaaaaa logo eles tem que entrar na festa. #leu ( agora tá certo)
ResponderExcluirAdoreeeeeeeeeei, quero maiiiiiiiiiis.. Posta logo amiiiiis .. Esperando ansiosíssima. ♥
ResponderExcluirPosta maiseee
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