Sete

POV KATHERIN
Depois de muito tentar, cochilei por alguns minutos. Só que não foi muito bom. Tive um pesadelo horrível. Eu estava presa em uma floresta. Literalmente presa, não conseguia me mexer. Foi anoitecendo e meu medo foi aumentado. Uma pessoa começou a andar devagar em minha direção. Queria correr, fugir, mas tinham amarras que me prendiam.
Quando a pessoa chegou perto de mim, percebi que era minha mãe. Ela tocou meu rosto. Eu estava com medo. "Cumpra seu destino. Ache o diário e encontre o verdadeiro amor." As mãos da minha mãe ficaram cada vez menos sólidas. As amarras foram se desfazendo e eu comecei a correr sem saber direito pra onde.
"Dois devem procurar, achar, construir e destruir essas palavras. Com um casal iniciou-se  a humanidade e também por um casal ela terá seu fim. Um destino a se cumprir, amores para descobrir, uma aventura a viver. Com uma história para contar, a maldição acabará.  Em trevas ou luz a história se findará."
De repente eu estava em meu quarto novamente. Já era noite e Lucas dormia ao meu lado.
Me levantei, fui ao banheiro e depois fui pra cozinha. Podia não parecer mas cozinhar me relaxava, e eu sabia que Lucas iria acordar com fome.
Não tinha percebido o tempo passar, até que Lucas chegou na cozinha.
-Tá cozinhando? -ele perguntou. Tinha jeito de que tinha acabado de sair do banho.
-Tentando me distrair. Tive um sonho horrível.
-Deve ter sido o estresse por conta do que aconteceu.
-Você olha pra mim? Preciso tomar um banho.
-Tudo bem.
Deixei ele na cozinha, tomei banho e me arrumei. As roupas que estavam na fazenda eram as mais leves e simples que eu tinha. Só quem me via ali era o Lucas e meu pai, então não achava necessário me arrumar com o tanto coisa que eu usava na cidade.
Coloquei um short jeans claro, uma regata vermelha e prendi meus cabelos em um rabo de cavalo, deixando meus cachos mais soltos, como ele gostava. Coloquei um perfume e desci.
-...se a profecia estiver certa, é a nossa chance de acabar com tudo isso de vez.
Era o Leandro, irmão do Lucas. Achei estranho ele estar ali, porque não ouvi barulho nenhum enquanto estava lá em cima.
-Oi Lê.
-Oi Kate. -ele se virou pra mim- Já estou de saída, só vim falar rápido com o Lucas.
-Não vai ficar pra jantar?
-Não, me desculpe. Estou sem fome. Hoje. -ele olhou para o Lucas.
-Vou te levar lá fora. -Lucas lhe disse.
-Fica pra outro dia Kate.
-Tudo bem. -sorri.
Enquanto Lucas levava Leandro, eu arrumei a mesa. Prestei mais atenção, e não ouvi nenhum barulho de carro ou moto. Tudo bem que a casa ficava bem na entrada da fazenda mas mesmo assim, era perigoso ir da cidade pra lá a pé, principalmente de noite.
Eu e Lucas comemos em silêncio. Até que eu não aguentei mais adiar minha pergunta.
-O que você viu?
-Ahn?
-Você mentiu para o delegado.
-Kate...
-Eu te conheço Lucas.
-Parece que não o suficiente. -ele se levantou da mesa.
-Lucas, volta aqui. Você tem que me contar! -fui atrás dele- Você sempre vem com essa conversa de que eu não te conheço. E nunca me explica nada. Você não lembra que foi por isso que terminamos da última vez?
Ele parou de repente e me olhou.
-Quando eu entrei na sua casa... vi o Luan saindo de lá.
-O quê? Mas... foi o casal acompanhar ao vivo minha festa?
-Eu não falei porque... podiam dizer que estávamos incriminando eles, que estávamos implicando sem motivo.
-Você tinha que dizer. Se descobrirem, é capaz de você ser preso e... -ele colocou o dedo em meus labios para me calar.
-Não vai acontecer nada enquanto estivermos aqui. Aqui estaremos seguros de quem quer que seja, que tente entrar sem autorização. Signatum est.
-Quê?!
-Nada. -ele riu- Já que a gente está assim, falando sobre coisas que um não sabe do outro... Com quem você conversou hoje de manhã por SMS? -mordi o lábio, sabendo que ele não ia gostar da resposta.
-Com... com o Luan.
-Entendo. -ele demorou mas respondeu- Vocês agora tem algo em comum.

Seis

POV KATHERIN
Sabe aquela música "se meu mundo caiu eu que aprenda a levantar"? Pois é, meu mundo caiu. E eu não tinha a menor ideia de como colocar ele em pé de novo.
Quando eu ia imaginar que alguém ia cair na piscina e morrer no meio da minha festa? Já não tinha acabado a quota de coisas que iam me entristecer?
Estava amanhecendo e o Lucas estava ao meu lado, mas era como se não estivesse. A mente dele estava em outro lugar, eu só não sabia qual. A polícia bem que tentou fazer com que todos ficassem ali, mas a maioria das pessoas conseguiu "escapar". O delegado veio conversar com a gente.
-Oi. Sei que vocês estão abalados, todo mundo está, mas precisamos dos depoimentos de vocês. Uma coisa informal, só pra termos uma ideia do que realmente aconteceu. -nesse exato momento levaram o corpo da Jessica- As damas primeiro. Onde você estava quando tudo aconteceu?
Respirei fundo. Minha boca ficou seca e milhares de hipóteses passaram pela minha cabeça.
-Eu estava do lado de fora. Entrei com os gritos.
-E não teve nada de estranho?
-A Renata estava aqui. -o delegado me olhou como quem duvidasse do que eu dizia.
-Também era festa dela ontem. -ele disse.
-Pode perguntar a qualquer um. Todo mundo viu que ela estava aqui eu... -pensei com cuidado em minhas palavras- eu fiz questão que todos vissem.
-Ok.
-Vocês estão achando que foi de propósito? Que... tipo, alguém empurrou ela?
-Estamos trabalhando qualquer possibilidade. É improvável ser um acidente, sendo que segundo o irmão dela, ela nadava muito bem. E você, o que viu? -ele perguntou para o Lucas.
-Nada. Eu estava dentro de casa, saí com os gritos.
-E o que aconteceu pra você não estar na festa, ou mesmo com sua namorada?
-Eu entrei assim que terminou o alvoroço por causa da Renata.
-Não viu nada nem ninguém estranho?
-Não. -ele estava mentindo. Eu saberia identificar quando o Lucas mente em qualquer hipótese, mesmo quando ele achava que estava me enganando.
-Ok. Como não está provada a causa de morte, ninguém precisa ir pra delegacia. Pode ter sido um acidente afinal. Adolescentes, bebida... você sabe que isso é errado, não é mocinha? Seu pai vai ficar sabendo.
Ainda tinha o meu pai. Se já ia levar uma bronca pela festa, imagina quando ele descobrisse que alguém tinha morrido nela? Eu estava perdida.

POV LUCAS
Depois que a polícia e todo o pessoal foi embora, Kate me pediu que levasse ela até a fazenda de sua família. No caminho, ela foi trocando mensagens no celular o tempo inteiro. Resolvi não perguntar nada, a noite anterior já tinha sido turbulenta o bastante.
-Você fica aqui comigo?
-Fico sim. -respondi.
Quando Katherin estava na fazenda, se mostrava como a menina doce e gentil que era.
A casa de lá era menor e os empregados não costumavam entrar muito nela, ficavam ocupados com o restante das coisas. Então ela cuidava da casa. Do jeito dela, claro.
Quando a vi ali pela primeira vez, me apaixonei de verdade pela Katherin. Foi ali que o menino interesseiro que aturava a patricinha metida, se transformou num homem apaixonado pelo jeito doce da menina rica.

Amors, desculpem pela demora! Apaguei todos os capítulos já prontos e estou refazendo agora. :(
Awn, eu amei o Lucas nesse capítulo (muito fofo gente), e vocês?
Gostou do capítulo? Deixe um comentário! =D Beijinhos da Dan

Cinco

POV KATHERIN
Era a terceira vez que o Lucas me puxava para o quarto.
-Pra quem não queria festa, até que você ta bem animado...
-Eu quero ficar junto de você. Tem tanto tempo que a gente não...
Foi o instante em que olhei pela janela e vi a Renata. ELA NÃO IA ESTRAGAR MINHA FESTA!

POV NARRADOR OBSERVADOR
Katherin desceu correndo as escadas de sua casa quando viu sua maior rival presente em sua casa. Lembrou-se de tudo o que ela havia lhe tirado: os amigos, a popularidade... Sim, apesar de toda a sensibilidade, Katherin era uma garota fútil.
Ela subiu em uma cadeira e pediu a atenção de todos.
-Por favor, aqui! -assim que todos olharam, Katherin começou a falar- Quero a atenção de todos para agradecer a presença inesperada de Renata Ferraz aqui. -os olhares da festa se voltaram para Renata, que pareceu atordoada por todos descobrirem sua presença.
Kate desceu da cadeira e deu um copo de bebida nas mãos de Renata.
-Bem vinda. Agora aprenda como se faz uma festa de verdade.
Renata observou o copo em sua mão e colocou em uma mesa próxima.
-Você quer parecer estar por cima mas não está. -ela disse para Katherin- Todo mundo esta vendo suas olheiras, rindo de você por essa atitude ridícula.
-Não é de mim que estão rindo agora. -a garota retrucou.
Renata olhou a seu redor e resolveu sair, sem abaixar a cabeça em momento algum. Lucas abraçou Katherin e pediu:
-Vamos, você tem que descansar.
-Só espera um pouco, tá? Tenho que ficar sozinha.
-Você tem cinco minutos. Nada mais do que isso.
-Porque?
-Cinco minutos Kate.
-Tá.
Enquanto isso, Luan flagra Micaella na casa dos Smith.
-O que você tá fazendo aqui Micaella?
-O que VOCÊ tá fazendo aqui?
-Eu vim ver o movimento. Não tenho que te dar satisfações.
-Ah, tem sim! Você disse que não passava das férias. Já voltamos as aulas e você não deixa ela. Você me prometeu Luan!
-Não é tão fácil deixar a Renata. Você é quem bem sabe.-Micaella o abraça e Luan revira os olhos.
-Ela pode ter você oficialmente, mas eu sei que um dia você vai ser só meu. -a garota beija os lábios de Luan, que a afasta.
-Aqui não, tá cheio de gente.
-Tudo bem. -ela lhe responde com um ar de tristeza- Você não bebeu nada daqui, não foi?
-Não. Porque?
-Não sei, eu só... não confio.
Nesse instante, ouve-se gritos vindos da piscina e pessoas pulando dentro dela. Alguém tinha começado a sufocar e caiu dentro da piscina, o que piorou a situação. Outras pessoas pularam dentro dela pra tentar tirar a pessoa de lá.
Era uma garota loira, de cabelos lisos e pele bronzeada pelo sol da cidade litorânea. Seu nome era Jessica Lea.
Quando foi tirada da água, começou a sufocar, e em segundos, perdeu seus sentidos em meio a tantas pessoas.
A pegaram para socorrer, porém quando conseguiram colocá-la em um carro já era tarde demais. Jéssica havia falecido.

Capítulo teeeeeeeenso hein? D= Gostou? Deixe um comentário! =D

Quatro

POV KATHERIN
Quando cheguei no colégio, vi que tudo continuava como antes. Lucas me deu um selinho antes de entrarmos, e então muita gente veio me dizer "sinto muito". Mas quando eu bati o olho no mural da escola, tive vontade de pular no pescoço da primeira pessoa que aparecesse.
"Super Festa Fertana".
 Meu coração quase saiu pela boca de raiva. Minha avó deixa o "tesouro da família" com ele e ele planeja uma festa? Isso foi o cúmulo!
Olhei ad ara e algo me disse na cabeça "tem tudo pra dar certo, seu pai vai estar em Londres". Então eu falei em alto e bom som:
-Esse ano não vai ser diferente!
-Kate, esquece isso. -Lucas pediu. Arranquei o papel do mural e corri para planejar algo pra dali a uma semana.

POV LUAN
Ela realmente não tinha coração.A avó morria e ela dava uma festa? Palmas!
-Oi Luan! -Jéssica apareceu atrás de mim.
-Oi! Tem como você fazer um favorzinho pra mim?
-Pode falar gatinho! -ela disse e se apoiou em meus ombros.
-Vai lá na casa dos Smith ver como tá?
-Tudo bem. -ela disse de cara feia, mas foi. Renata apareceu.
-O que foi Lu?
-Pedi pra Jéssica dar uma passada lá.
-Lá onde? -ela perguntou levantando as sobrancelhas.
-Na casa dos Smith. Não quero NADA atrapalhando essa noite.
-Vou aqui e já volto.
Ela saiu. Pensei um pouco e entao fui atrás da Renata. Também tinha uma coisa pra fazer.

POV KATE
O som me incomodava, as pessoas nao me olhavam direito, eu não estava feliz.
Aquela festa não era pra comemorar nada. Eu ainda estava triste, acredite. Mas não ia deixar a Renata Ferraz e o Luan Santana acabarem de ferrar comigo. Eu não ficaria por baixo.

Moooooooors <3 Capítulo pequeno, mas o cinco vem bombando viu? Bjs :* Gostou? Deixe um comentário! :D

Três

POV Katherin
Minha reação? Bem, ficar com a boca aberta pode ser considerado normal? Acho que devido às circunstâncias, a boca aberta foi pouco. Enquanto mais uma discussão acontecia, minha mente girava. Esse tal diário era tão importante que ficava guardado em um banco na capital, a horas de viagem. E agora eu descubro que ele é meu, que eu tenho que lê-lo e com o Luan de ponga! Muita informação pra mim.
A bagunça acabou do mesmo jeito que começou. Papéis assinados, hora de ir embora. Lucas foi comigo, meu pai e mais o restante da família até em casa e depois foi para a dele. Pedi pra ficar sozinha. Resolvi que iria no outro dia pro Colégio, com ou sem diário, com ou sem Santana.
Para que ele lesse o diário, eu também tinha que estar junto, e eu não estava nem um pouco de vontade de ficar do lado dele nem de deixa-lo descobrir algum possível segredo da minha família. Então eu queria nunca ler. Sim, eu estava curiosa, talvez aquele diário respondesse algumas das minhas dúvidas, mas não daria meu braço a torcer. Não tão cedo assim.

POV Renata
Luan parecia preocupado. Eu também estava, afinal de contas, nem depois de morrer, a bruxa deixou nossas famílias em paz. A aprendiz de feiticeira não nos deixaria em paz também.
-A curiosidade tá me consumindo. Tem algum motivo pra isso! Alguma coisa naquele diário que... não sei só sinto que tenho que ler.
-Não quero você perto daquela idiota.
-E nem eu quero ficar perto dela. Mas vai ser rápido. Quem sabe eu não descubro alguma coisa pra fazer eles irem embora de uma vez?
A Camila andou até a gente.
-Oi casal veneno.
-Não enche garota. -Luan respondeu. Fingi que ela não estava ali.
-Não posso nem dar um oi? Tudo certo então. Ah, a Micaella está vindo aí, acho melhor você procurar uma outra desculpa priminho.
-O que você está supondo garota? -perguntei.
-Adeuzinho Rê. Vê se fica calma, vão ser só mais algumas horas. Por dia.
Ela saiu.
-Aff Luan, eu odeio essa sua prima. Ela sempre defende TODO MUNDO!
-A Camila só é muito... paz e amor, sabe?
-Por falar em paz... finalmente vamos ter nossa festa sem eles pra perturbar. E eu tenho uma carta na manga. -sentei no colo dele.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI. O que acharam da Renata hein? Achei o cap muito pequeno, mas tem motivo :/ kkkkk Gostou do cap.? Comente! :3

Dois

POV KATHERIN
Acordei na cama do Lucas, sem saber como tinha ido parar lá. Me levantei e fui atrás dele, e assim que abri a porta, dei de cara com sua mãe.
-Dona Karina, onde tá o Lucas?
Ela me olhou surpresa.
-Ele disse que foi em sua casa. Que horas você chegou aqui?
-Eu não sei, eu não me lembro. Que horas são?
-São oito.-ela olhou no relógio.
-Ai droga, tenho que ir!
-Não vai comer?
-Não, depois eu como! -disse descendo as escadas.
Peguei a bicicleta do Lucas e fui correndo pra minha casa, que já estava vazia. Coloquei uma roupa decente (com a que estava eu não poderia entrar no fórum. Mesmo ele sendo minúsculo, tinha as mesmas regras de um fórum de uma cidade grande) e voei para onde iria ser lido o testamento da minha avó. Queria ver a cara de decepção das pessoas que acharam que iriam se aproveitar dela.
Procurei o Lucas, mas não foi ele quem eu vi primeiro. Olhei novamente para ver se não estava tendo uma miragem. O que os Santana estavam fazendo ali? Nossas famílias sempre brigaram (nunca soube bem o motivo, mas sempre odiei TODOS eles, inclusive o Luan, com quem eu brigava desde o jardim de infância mas seria obrigada a aturar, já que só tinha uma escola na cidade). Luan me olhou da cabeça aos pés e voltou a falar com o pai. Ao invés do Lucas, procurei meu pai, e logo achei.
-O que os Santana estão fazendo aqui?
-Não sei, parece que foram intimados. Já já vamos descobrir. -me sentei em meu lugar.

POV LUAN
Já tinha gente demais naquele lugar, aquilo me agoniava. Mas ver a Katherin ali me deu mais vontade de ir embora.
-Pai, a gente tem mesmo que ficar aqui?
-Luan, se chamaram é porque alguma coisa tem. É um assunto jurídico, por mais que nossas famílias não se deem bem, temos que ficar aqui.
-Não pensei que fossem ter tantos Smith. Não aguento mais, todo mundo só fala inglês. -meu pai riu, mas eu não estava achando a menor graça. O quanto mais longe eu ficasse daquela garota, era melhor.
Começou a leitura do testamento. Nomes de pessoas que eu nunca tinha ouvido falar começaram a ser ditos. Já estava perdendo as esperanças de que algo interessante fosse acontecer quando ouvi:
-E por fim, deixo à minha amada neta Katherin Smith e a Luan Rafael Domingos Santana um objeto de valor inestimável: o diário de Joanna S., que deve ser lido em conjunto e somente pelos dois, inicialmente.
-NÃO, TEM ALGO ERRADO AÍ! -o pai de Katherin se levantou e foi em direção ao juiz- Mamãe jamais iria querer juntar um de nós com um Santana!
-NÃO OUSE FALAR DA MINHA FAMÍLIA NESSE TOM! -meu pai se levantou.
Começava mais uma discussão. Em um instante, o fórum estava em alvoroço.

Galerinhaaaaaaaaa! Postei porque as meninas me pediram no wpp. kkkkkkkkkk Mas foi a única vez, agora só com coment pq eu preciso saber gt. :(
Já começaram as tretaaaaaaaaaaaas o/ kkkkkkkkkkkkkkkk O que cês tão achando?
Ah, escolham uma música e coloquem aqui nos coments que eu vou por na play, pra tocar enquanto vocês leem. :) Beijos, posto o próximo com 5 coments.