Enquanto a Micaella fazia algo longe de mim (ela me deixou no meio da praça e foi pra perto da mata novamente) pensei em sair correndo. Eu iria pra casa. Ia me trancar lá e ela não ia conseguir me tirar dali.
Mas ela podia me explicar o que estava acontecendo. O que eu tinha a ver com a tal maldição do diário e porque que a Katherin tinha que sumir (ela não citou o nome dela mas deu pra entender o que ela quis dizer com "garota"), e principalmente, ela poderia me explicar se meu sonambulismo tinha a ver com isso ou não.
Esperei ela voltar por uns cinco minutos. Observei o sol nascendo no horizonte. A quanto tempo eu estava fora de casa? Eu havia saído para me encontrar com a Kate e não tinha voltado.
Afinal de contas... o que tinha acontecido com ela?
Sua casa ficava a poucos metros da praça, talvez eu conseguisse ir lá e voltar sem que a Micaella percebesse.
Me levantei, decidido a ir e voltar rapidamente.
-Onde você vai?
-Agora, a lugar nenhum.
Ela se sentou no banco.
-Me explica o que tá acontecendo. -eu pedi.
-Eu acho que você não vai gostar de saber.
-Fala logo Micaella.
-Tudo bem... Você é um vampiro.
-Não.
-É, você é.
-Acho que se eu fosse eu perceberia. Talvez eu tivesse vontade de matar alguém, virasse um morcego, morresse no sol ou quem sabe brilhasse nele...
-Isso são histórias sem pé nem cabeça.
-Tá, mas eu teria que estar morto, não é?
-Teria, mas eu não tive coragem.
-Isso não tá se encaixando. São só baboseiras. Coisas que você tá inventando.
-Como eu saberia da maldição?
-Tá... Então me explica.
-Não posso falar tudo. Pelo menos não agora. A gente tem que destruir o diário e a garota antes que ela descubra como destruir a gente.
Lembrei de um trecho do diário " Para quebra-la, encontrem as outras partes desse diário, e destruam-na, junto com o mal que iniciou tudo isso."
-O mal que iniciou isso tudo...
-Os mais antigos são o Leandro e o Lucas. Não foram eles que iniciaram, mas segundo o que o Leandro me falou, vai por hereditariedade. Até chegar na gente.
Me sentei no banco, afastado o suficiente para ao menos tentar correr.
-E nessa história... a gente é do bem ou do mal?
-Eu sou... sou do lado em que eu sobreviver.
-Você... mata as pessoas?
-Se não fosse vocês, eu não precisaria matar. A maldição não é o surgimento. É a fome. A gente se alimentava normalmente. A única vez em que eu havia experimentado sangue humano foi para terminar a minha transformação. Eu... eu não queria fazer isso com você, mas a Jessica não resistiu, tinha que ser você.
-Não lembro que você tenha me mordido ou alguma coisa parecida. Como eu... virei... eu não consigo falar.
-Meu sangue está contaminado. É tipo... um vírus. Ele entrou em sua corrente sanguínea, e você está contaminado. Eu usei uma seringa e injetei meu "sangue" em uma veia no seu pescoço enquanto você dormia.
-Fizeram isso com você também?
-Não, comigo foi diferente. -ela riu- Você não vai querer saber como foi.
-Mas você disse que não teve coragem de me matar. Eu tenho mesmo que morrer?
-Se você não morrer durante esses primeiros dias... o vírus vai se transformando. Coisas cada vez mais estranhas vão acontecer e mais dia menos dia, sangue animal não vai te satisfazer.
-Sangue animal? Como assim sangue animal?
-Luan, enquanto você acha que tá apagado, faz coisas que me dão medo de chegar perto.
Ela havia me convencido. Não de destruir a Katherin. Me convencido de que eu era um vampiro (ou seja lá o que for, afinal eu não me achava parecido com o Conde Drácula nem com o Edward), e que eu tinha de encontrar alguma forma de reverter isso. Eu não queria virar um monstro.
Mas ela podia me explicar o que estava acontecendo. O que eu tinha a ver com a tal maldição do diário e porque que a Katherin tinha que sumir (ela não citou o nome dela mas deu pra entender o que ela quis dizer com "garota"), e principalmente, ela poderia me explicar se meu sonambulismo tinha a ver com isso ou não.
Esperei ela voltar por uns cinco minutos. Observei o sol nascendo no horizonte. A quanto tempo eu estava fora de casa? Eu havia saído para me encontrar com a Kate e não tinha voltado.
Afinal de contas... o que tinha acontecido com ela?
Sua casa ficava a poucos metros da praça, talvez eu conseguisse ir lá e voltar sem que a Micaella percebesse.
Me levantei, decidido a ir e voltar rapidamente.
-Onde você vai?
-Agora, a lugar nenhum.
Ela se sentou no banco.
-Me explica o que tá acontecendo. -eu pedi.
-Eu acho que você não vai gostar de saber.
-Fala logo Micaella.
-Tudo bem... Você é um vampiro.
-Não.
-É, você é.
-Acho que se eu fosse eu perceberia. Talvez eu tivesse vontade de matar alguém, virasse um morcego, morresse no sol ou quem sabe brilhasse nele...
-Isso são histórias sem pé nem cabeça.
-Tá, mas eu teria que estar morto, não é?
-Teria, mas eu não tive coragem.
-Isso não tá se encaixando. São só baboseiras. Coisas que você tá inventando.
-Como eu saberia da maldição?
-Tá... Então me explica.
-Não posso falar tudo. Pelo menos não agora. A gente tem que destruir o diário e a garota antes que ela descubra como destruir a gente.
Lembrei de um trecho do diário " Para quebra-la, encontrem as outras partes desse diário, e destruam-na, junto com o mal que iniciou tudo isso."
-O mal que iniciou isso tudo...
-Os mais antigos são o Leandro e o Lucas. Não foram eles que iniciaram, mas segundo o que o Leandro me falou, vai por hereditariedade. Até chegar na gente.
Me sentei no banco, afastado o suficiente para ao menos tentar correr.
-E nessa história... a gente é do bem ou do mal?
-Eu sou... sou do lado em que eu sobreviver.
-Você... mata as pessoas?
-Se não fosse vocês, eu não precisaria matar. A maldição não é o surgimento. É a fome. A gente se alimentava normalmente. A única vez em que eu havia experimentado sangue humano foi para terminar a minha transformação. Eu... eu não queria fazer isso com você, mas a Jessica não resistiu, tinha que ser você.
-Não lembro que você tenha me mordido ou alguma coisa parecida. Como eu... virei... eu não consigo falar.
-Meu sangue está contaminado. É tipo... um vírus. Ele entrou em sua corrente sanguínea, e você está contaminado. Eu usei uma seringa e injetei meu "sangue" em uma veia no seu pescoço enquanto você dormia.
-Fizeram isso com você também?
-Não, comigo foi diferente. -ela riu- Você não vai querer saber como foi.
-Mas você disse que não teve coragem de me matar. Eu tenho mesmo que morrer?
-Se você não morrer durante esses primeiros dias... o vírus vai se transformando. Coisas cada vez mais estranhas vão acontecer e mais dia menos dia, sangue animal não vai te satisfazer.
-Sangue animal? Como assim sangue animal?
-Luan, enquanto você acha que tá apagado, faz coisas que me dão medo de chegar perto.
Ela havia me convencido. Não de destruir a Katherin. Me convencido de que eu era um vampiro (ou seja lá o que for, afinal eu não me achava parecido com o Conde Drácula nem com o Edward), e que eu tinha de encontrar alguma forma de reverter isso. Eu não queria virar um monstro.
ÓINOISAQUITRAVÊIS HAHAHAHA AMORES, QUE COISA ESTRANHA NÉ? O.O O QUE SERÁ DE TÃO ESTRANHO QUE O LUAN FAZ QUE ATÉ A MICAELLA TEM MEDO? '-' TÃO GOSTAAANDO? ME CONTEM :S
ENTÃO, EU VOU ABRIR UM CONCURSO PRA LEITORA BETA *-* E QUERO MUITO QUE VOCÊS PARTICIPEM :3 PRA QUEM NÃO SABE, A LEITORA BETA MEIO QUE AJUDA A ESCRITORA. LÊ OS CAPÍTULOS ANTES DE SEREM POSTADOS E TAL E DÁ OPINIÕES SOBRE O QUE PODE MUDAR OU NÃO PODE HEHEHE DEPOIS TEM MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CONCURSO, BJS :*
Eu quero ser a leitora beta *----*
ResponderExcluirQue isso Dani omg to morrendo aqui, Luan um vampiro? *o* me morde Luan :3
Posta outro logoooooo u.u
#Mika